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Este Brasil ainda não é de todos nós.


AQUIFEROS
 


Um aquífero é uma formação ou grupo de formações geológicas que pode armazenar água subterrânea.

Rochas porosas e permeáveis, capazes de reter água e de cedê-la. Esses reservatórios móveis aos poucos abastecem rios e poços artesianos. Podem ser utilizadas pelo homem como fonte de água para consumo.

Tal como ocorre com as águas superficiais, demandam cuidados para evitar a sua contaminação. O uso crescente pela indústria, agricultura e consumo humano ameaça os aquíferos e os coloca esse assunto na agenda ambiental global.

A (SFB) fará uma varredura em todo o território nacional, para proteger e evitar a continuação da contaminação dos aquíferos.

A água de poços artesianos na região de Ribeirão Preto (SP) contaminada com diurom e haxazinona, componentes de defensivo utilizado na cultura da cana-de-açúcar, produtos altamente cancerígenos.

A natureza é sábia, guardou enormes quantidades de água potável subterrânea por alguma razão lógica, mas apareceram os homens primitivos, contaminando tudo.

Figura ilustrativa

Tipos de aquíferos

Podemos dizer que existem essencialmente três tipos de aquíferos:


Porosos - a água circula através de poros. As formações geológicas podem ser detríticas (ex. areias limpas), por vezes consolidadas por um cimento (ex. arenitos, conglomerados, etc.).


Fraturados e/ou fissurados - a água circula através de fratura ou pequenas fissuras. As formações podem ser granitos, gabros, filões de quartzo
Cársticos - a água circula em condutas que resultaram do alargamento de diaclases por dissolução. As formações são os diversos tipos de calcários.

O Aquífero Guarani é a maior reserva subterrânea de água doce do mundo.

A maior parte (70% ou 840 mil km²) da área ocupada pelo aquífero — cerca de 1,2 milhão de km² — está no subsolo do centro-sudoeste do Brasil. O restante se distribui entre o nordeste da Argentina (255 mil km²), noroeste do Uruguai (58 500 km²) e sudeste do Paraguai (58 500 km²), nas bacias do rio Paraná e do Chaco-Paraná. A população atual do domínio de ocorrência do aquífero é estimada em quinze milhões de habitante.

Estados do Brasil que possuem Aquíferos

Mato Grosso do Sul (213 700 km²)
Rio Grande do Sul (157 600 km²)
São Paulo (155 800 km²)
Paraná (131 300 km²)
Goiás (55 000 km²)
Minas Gerais (51 300 km²)
Santa Catarina (49 200 km²)
Mato Grosso (26 400 km²)

Todos extremamentes contaminados

 

Figura ilustrativa

Localização detalhada Nomeado em homenagem à tribo Guarani, possui um volume de aproximadamente 55 mil km³ e profundidade máxima por volta de 1.800 metros, com uma capacidade de recarregamento de aproximadamente 166 km³ ao ano por precipitação.

É dito que esta vasta reserva subterrânea pode fornecer água potável ao mundo por duzentos anos. Devido a uma possível falta de água potável no planeta, que começaria em vinte anos, este recurso natural está rapidamente sendo politizado, tornando-se o controle do Aquífero Guarani cada vez mais controverso.
 

Quando o aquecimento global secar nossos rios, não poderemos beber desta fonte, com o descaso dos governantes, até que este dia chegue, esta água estará imprópria para consumo humano e animal. Estamos transformando água puríssima em enormes depósitos de produtos químicos.

Figura ilustrativa

Geologia do aquífero


O Aquífero Guarani consiste primariamente de sedimentos arenosos que, depositados por processos eólicos durante o período Triásico (há aproximadamente 220 milhões de anos), foram retrabalhados pela ação química da água e pela temperatura e pela pressão e se transformaram em uma rocha sedimentar chamada arenito. Essa rocha é muito permeável e assim permite a acumulação de água no seu interior.

Mais de 90% da área total do aquífero é recoberta por extrusões de basalto, rocha ígnea e de baixa permeabilidade, depositada durante o período Cretácea na fase do vulcanismo fissural.

O basalto age sobre o Aquífero Guarani como um aquitardo, diminuindo sua a infiltração de água e dificultando seu subsequente recarregamento, mas também o isola da zona mais superficial e porosa do solo, evitando a evaporação e evapotranspiração da água nele contida.

A pesquisa e o monitoramento do aquífero para melhor gerenciá-lo como recursos são considerados importantes, uma vez que o crescimento da população em seu território é relativamente alto, aumentando riscos relacionados ao consumo e a poluição.

O novo sistema de governo (sabe) de como poderemos abusar de seu uso sem nunca ficar sem elas, acredite isto é possível, depende de você agir ou ficar esperando mais contaminação.



OBS: A INTENÇÃO DA (SFB) É TORNAR O BRASIL LIVRE, HUMANO E PROSPERO, PARA ISSO É NECESSÁRIO QUE VOCÊ DE SUA SUGESTÃO, CRITICA OU APENAS SEU APOIO NO (FALE CONOSCO). SE ACHAR ESTA MATÉRIA FORA DE SUA PERSPECTIVA, VOCÊ TAMBÉM PODE MELHORA-LA E AMPLIAR O ASSUNTO DE NOSSA PROPOSTA, É MUITO IMPORTANTE O (SEU E-MAIL) SE DESEJA TRANSFORMAR SEU SONHO EM REALIDADE.



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Copyright © 1999. Todos os direitos reservado. Revisado em: 23 fevereiro, 2017. Melhor visualizado em 1280x800 pixel